Há a crença de que uma puérpera precisa de toda a ajuda da humanidade (possivelmente apenas feminina), que precisará que alguém (avó, provavelmente) lhe 'ensine' como cuidar do novo bebê.
Só que ninguém admite que não há o 'jeito certo'. Cada bebê é único e (segredo) vc só descobrirá na prática. Fato é que uma recém-parida não *precisa* de ajuda, e apenas em alguns poucos casos é realmente útil.
É muito comum a avó se sentir dona da situação, e minar a confiança da mãe fresca. Além de impor suas crendices, deixa a mãe no papel de 'filhinha que tem que descansar'. É comum atrapalhar o relacionamento com o pai, já que o 'estepe de peito' é a avó ao invés do pai. Os palpites e crendices nos atingem forte.
Não estou dizendo que é errado ter alguém; mas é bom ter uma pessoa que saiba dar o espaço certo. Alguém que irá de vez em quando lavar a louça, cuidar da roupa. Alguém que segure o bebê para que você tome um banho. Alguém para conversar, passar o tempo. Alguém que saiba seu lugar, que não oportune com palpites, que não queira se colocar como mais importante que o pai ou a mãe.
Mas é claro, eu despachei avós e todas as demais visitas. Pai sabe ser pai e sempre cuidou da casa. Não me preocupo realmente com a limpeza da casa, então ficou fácil. Não sou o tipo de pessoa muito *amável* e *sociável*, sabe...
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